Antes de decidir o que fazer precisamos identificar a origem dessa dívida. Pode ser oriunda do aumento do consumo, reajuste de algum contrato ou mesmo através de uma despesa pontual. Pode ainda ter origem na redução da receita mensal, com a queda no faturamento do negócio ou perda do emprego.

Independentemente da origem, devemos primeiramente revisar o orçamento e simular se a quitação dessa dívida com o recurso irá tornar o orçamento mensal positivo, ou seja, se irá sobrar dinheiro caso seja tomada essa decisão. Uma dica importante é multiplicar por 12 essas despesas, pois assim podemos encontrar alguns pontos de contingência mais relevantes.

Na revisão do orçamento devemos analisar as despesas por categoria na tentativa de reduzir o custo, seja com a substituição, seja com a renegociação ou até mesmo interrupção de algum consumo que não seja essencial para a família.

Se existirem no orçamento financiamentos ou empréstimos, devemos priorizar a renegociação para que seja equalizado o orçamento e tenhamos um saldo positivo mensal.

Os juros dos contratos de créditos quando atrasam sofrem frequentemente uma sobretaxa que o torna ainda mais caro para ficar em dia. Assim, devemos agir com antecedência, antes que seja tarde.

Após revisar esses pontos é possível decidir se é coerente o uso da reserva de emergência e qual o impacto terá no longo prazo e em quanto tempo iremos reestabelecer o nível ideal de colchão de segurança.

Outra dica importante é evitar ao máximo zerar a reserva de emergência, pois podemos ter uma emergência maior para sanear e o recurso pode fazer muita diferença.

Conteúdo por: InvestNews

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