Esse desenho transmite um conceito que é válido não apenas para as nossas vidas financeiras, mas para a nossa complexa e complicada vida emocional também. Pense nisso como um filtro ou um direcionador para sua atenção. Se você está gastando um tempo e uma energia enormes se martirizando sobre alguma coisa, basta dar um passo atrás e fazer as seguintes perguntas:

  1. Isso é importante?
  2. Consigo controlar?

A menos que a resposta seja sim para ambas as questões, você pode parar de pensar sobre isso! Como exemplo, a lista de coisas nas quais eu mesmo posso parar de pensar inclui:

  1. Se meus futuros filhos entrarão na faculdade ou não (porque eu não posso controlar)
  2. Se eu devo escolher a pasta dental especializada em proteção de gengivas ou em prevenção de cáries (porque não é importante – o importante é escovar os dentes)
  3. Se o mercado de ações está subindo agora (porque eu não posso controlar)
  4. Aquele motorista folgado que exagera na buzina (porque não é importante)

Como eu ando a pé de casa para o trabalho (e vice-versa), sem precisar pensar em qualquer uma dessas coisas, de repente estou liberado para pensar sobre as coisas que eu possa controlar e sobre as coisas que importam. Por exemplo:

  1. Como eu vou tratar meus filhos, independentemente de eles irem ou não para a faculdade
  2. Como posso fazer para que minhas compras sejam alinhadas com os meus valores
  3. Como me comportar quando as flutuações do mercado de ações acontecerem
  4. Aprender a contar até 10, fazendo uma profunda respiração e deixar prá lá quando algum motorista agir como um imbecil

Nós temos uma quantidade limitada de tempo, energia e atenção para investirmos em nossas vidas.

Como seria se você investisse todo esse tempo, energia e atenção, com um pouco mais de sabedoria?

Parar de se preocupar com coisas sobre as quais você não tem controle e de ser obcecado com as coisas que não têm a menor importância, permite que você invista esse tempo, energia e atenção extras com mais qualidade. Quais áreas da sua vida precisam de uma melhora?

Boas reflexões!

Inspirado nos textos do planejador americano Carl Richards, criador do Behavior Gap, com tradução e adaptação livres

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